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Nesta sessão, estão disponíveis as capas e os resumos dos principais livros do escritor Roberto Freire. Boa parte de sua obra encontra-se atualmente com edições esgotadas, aguardando novas publicações. Mas é possível encontrar seus livros em sebos, bibliotecas e alguns títulos também nas principais livrarias.

Você também encontra aqui alguns títulos do João da Mata sobre a Soma e assuntos correlatos. Estes encontram-se à venda pelo próprio site. Para adquirir estes livros, mande um email para João da Mata. Você receberá uma resposta sobre os procedimentos da compra.

A Liberdade do Corpo: Soma, capoeira angola e anarquismo (João da Mata)

Nestes mais de quinze anos rodando o universo da capoeiragem, os somaterapeutas do Coletivo Anarquista Brancaleone conheceram, treinaram, aprenderam e pesquisaram os fundamentos da capoeira angola e sua aplicação enquanto instrumento terapêutico. Este livro é o relato desta fascinante descoberta de uma arte popular com sentido libertário de rara originalidade. Leve, simples e apaixonado, deve despertar o leitor para a busca de seus próprios caminhos libertadores e estimulá-lo a uma vida social solidária, combatendo o autoritarismo e o hierarquismo.

Prazer e Rebeldia – O materialismo hedonista de Michel Onfray (João da Mata)

João da Mata escreve o primeiro livro sobre o filósofo francês publicado no Brasil,  centrado nos antecedentes filosóficos que afetaram Michel Onfray, próximos ou distantes, e nas tarefas que são por ele apontadas como sendo indispensáveis para o exercício da liberdade na atualidade. O texto, leve e de grande clareza, desvela o essencial do libertarismo de Onfray, e põe à mostra os vários aspectos do filósofo europeu mais lido pelos jovens na atualidade. Ed. Achiamé

 

SOMA, Vol 1 – A alma é o Corpo

Longe de tratar-se de um livro técnico para especialistas em Psicologia, é um manifesto veemente e apaixonado sobre as possibilidade revolucionárias do livre pensamento na ciência e – principalmente – no cotidiano. Escrito numa linguagem direta e sem códigos herméticos, este livro atinge tanto o profissional como o leigo, e apresenta uma síntese dos pressupostos teóricos da prática da Soma.

SOMA, Vol 2 – A Arma é o Corpo

Neste volume, Roberto Freire trata da metodologia da Soma, mostrando como esta terapia é totalmente diversa das demais existentes. A leitura deste livro ensina como acontece a Soma na prática, apresentando sínteses no que diz respeito aos exercícios, suas leituras e fechamentos, no que compõem uma sessão de Somaterapia; aos grupões de terapia (reuniões do grupo sem a presença do terapeuta), maratonas e à prática da capoeira angola, entre outros assuntos.

SOMA, Vol 3 – Corpo a Corpo (com João da Mata)

Síntese dos livros Soma: Uma terapia anarquista Vol.1 e Soma: Uma terapia anarquista Vol.2. Corpo a Corpo se apresenta como um livro introdutório. Em linguagem simples e direta, esta síntese da Soma explica esta técnica terapêutica e libertária, expondo com clareza seu fundamento filosófico e político.

Utopia e Paixão (com Fausto Brito)

Com várias edições esgotadas, seu conteúdo retrata a questão da liberdade como um dos elementos essenciais na escala de valores humanos. Os autores questionam o autoritarismo que permeia o conjunto das relações sociais, a família, as relações afetivas, a escola, os meios de comunicação de massa, o Estado e os partidos políticos. A despolitização das relações sociais e vivência da política sem paixão são identificados como os alicerces do autoritarismo. E propõem uma política do cotidiano com forma de escapar das contradições e descaminhos da política tradicional.

Sem Tesão Não Há Solução

Best-seller que defende o fim do bloqueio que a sociedade impõe à satisfação do prazer, reunindo três ensaios nos quais Roberto Freire destila suas pesquisas e reflexões sobre Psicologia e Política. Segundo Freire, Sem tesão não há solução influenciou a introdução do uso da palavra tesão, com seu atual significado, no português falado no Brasil. Usada apenas para descrever excitação sexual, após o lançamento e as sucessivas edições do livro, a palavra deixou de ser chula e ganhou todas as faixas etárias e camadas sociais, literatura, rádio e TV, foi publicada em revistas e jornais. E sempre com o sentido que Freire lhe deu: paixão por algo que desperte prazer, beleza e alegria.

Ame e Dê Vexame

Como tirar o amor do corredor da morte? Roberto Freire ensina a não temer o ridículo quando se trata de assumir as surpresas do coração. Ame e dê vexame aborda as dificuldades de uma vida amorosa prazerosa numa sociedade voltada para o que está em oposição aos sentimentos. O livro, a partir de reflexões e experiências pessoais de Roberto Freire, funciona como um roteiro leve e bem humorado em favor da gratificação permanente, apesar das advertências de uma sociedade baseada na exploração e no consumo. Na série de textos sobre assunto tão candente, o autor explica as vantagens de mergulhar profundamente naquilo que pode causar escândalo em determinado momento, o amor; mas que revela-se, com o tempo, como a única grande motivação de se continuar vivo.

Coiote

O belo e perturbador Coiote desencadeia, como numa voragem, uma aventura de conseqüências imprevisíveis. Entre novos e revolucionários métodos de terapia corporal e utópicas formas de vida comunitária anarquista, entre a hipocrisia das relações sociais e a violência dos mecanismos de repressão, desenvolve-se uma historia de amor – ora impossível, ora furioso, ora encantatório, porque vindo do futuro para se instalar e ficar no lugar do amor burguês (Romance).

Cléo e Daniel

Best-seller dos anos 60, este livro permanece atual por abordar questões de comportamento e os conflitos entre gerações. Considerado o Romeu e Julieta brasileiro, romance tem como essência a relação entre os opostos: liberdade e repressão, ruptura e acomodamento. Um psicanalista desencantado de sua profissão encontra o caso da sua vida: dois adolescentes que sintetizam os principais problemas de uma época, e são submetidos aos equívocos dos tratamentos tradicionais. Ao redor dessa situação, desfila a comunidade intelectual e de classe média da São Paulo dos anos 60, sem cacife suficiente para lidar com os próprios problemas (Romance).

Eu é um outro (autobiografia)

” Pretendia fazer um simples relato de minha história de vida, mas acabou me saindo uma espécie de romance, de muitas aventuras, lutas revolucionárias e encantadas paixões.Tais experiências foram vividas nos mais importantes momentos da vida artística, científica e política brasileira durante quase todo o século XX.Envergonhava-me tal exposição de tanta sinceridade, mas acabei piblicando o livro, lembrando que o poeta Arthur Rimbaud havia afirmado, aos dezessete anos, que “Eu é um outro”. Roberto Freire

 

editora maianga

Os Cúmplices, Vol 1

Este livro comunica a mesma paixão, idêntica poesia e igual consciência política anarquista de Roberto Freire contidas especialmente em seus romances Cleo e Daniel e Coiote. Agora, os irmãos Bruno e Victor Conti – seus personagens principais – para viver e sobreviver nas décadas de 1950 e 1960 no Brasil, movidos pelo prazer, pela alegria e pela aventura descobre uma cumplicidade original e vital. Ela de revela mais forte do que o amor, torna-se a única liberdade real e possível durante as trevas e a violência da sociedade surgida após o golpe militar em 1964. O facismo procura matar o amor para impedir a liberdade e caça os saldos de liberdade para que não haja amor.

Os Cúmplices, Vol 2

Neste segundo volume de Os Cúmplices, Freire narra de modo apaixonado os fatos humanos e políticos mais importantes de sua vida pessoal e social, através dos irmãos Bruno e Victor Conti, filhos de imigrantes italianos que, como ele próprio, nasceram no bairro Bixiga, dedicando-se mais tarde, também como ele, ao jornalismo, ao teatro e à vida revolucionária.
Romance de amor e paixões, em que o sexo é tratado de forma franca e aberta, o livro procura mostrar que a cumplicidade é a melhor forma de exercer o amor e a paixão, especialmente quando se tem de sobreviver num lugar em que a liberdade está impedida e é negada a justiça social, como aconteceu tragicamente no Brasil em 1964 com o golpe militar fascista .

Viva eu, viva tu, viva o rabo do tatu!

Coletânea de artigos de Roberto Freire, tratando dos mais diversos temas relacionados à teoria e à prática da Soma, assim como a questões da política ou da cultura brasileiras.

A Farsa Ecológica

A posição dos anarquistas em relação à ecologia é, sem dúvida, radical, mas esse radicalismo atende à situação de emergência, de calamidade mundial, declarada unânime e oficialmente pelos responsáveis políticos e científicos de todos os países do mundo. A vida na Terra pede socorro. Se vamos atender a esse pedido, que seja de modo corajoso, imediato, direto, radical e eficiente.

Liv e Tatziu – Uma História de Amor Incestuoso

Nesta história Roberto Freire desafia o leitor a refletir sobre a (im)possibilidade de realização de uma paixão entre dois seres que fuja à regra estabelecida entre as “elites” e a família. A obra literária de Freire é pródiga nesse tipo de provocação: o amor carnal entre dois gêmeos. Para o pano de fundo do drama vivido pelos dois irmãos, Freire escolheu outro conflito: a luta do Movimento dos Trabalhadores Sem Terra, o MST, pela reforma agrária.

O tesão e o sonho

Psicólogo cansado de atender burgueses resolve escrever um livro que aborda momentos decisivos na vida dos jovens. Numa trama instigante, trechos de cartas de um ex-paciente entremeiam a narrativa do terapeuta, que retrata o Brasil das classes alta, média e baixa. O enredo permite discutir temas importantes, como o exercício democrático do debate e a busca da identidade.

3/4 (Três Quartos) (teatro)

Reunião de três peças teatrais de Roberto Freire: Quarto de Empregada, Quarto de Estudante e Quarto de Hotel.

Histórias Cultas e Grossas, Vol 1 & Vol 2

Realmente é difícil distinguir, em Histórias curtas e grossas, o que é erótico do que pode ser considerado pornográfico. O autor não se envolve na questão, afirmando ter apenas escrito histórias de vida explícita, acrescentando: “essas coisas dependem mais do leitor que, graças às suas fantasias e aos seus desejos, irá resgatar para o si próprio o prazer sensual nelas contido, tanto da possível beleza naturalmente erótica quanto da inevitável violência obscena do cotidiano afetivo e sexual das pessoas. Todo amor libertário, felizmente, tende a ser um tanto libertino” (Contos).

O Momento Culminante

Cadáveres de vidro no enigma que um detetive brasileiro precisa resolver. O detetive Leonardo de Castro, um quarentão que vive só e divide o amor entre duas mulheres, escolhe seus casos com base em um critério artístico, científico ou simplesmente emocional. Trabalha apenas por amor e não por necessidade. Trafegando entre o Rio de Janeiro e a Alemanha, ele investiga o desaparecimento de uma estudante de belas-artes, crime que tem como principal suspeito o namorado da vítima, hipótese logo descartada (Romance).

Moleques de rua (infanto-juvenil)

O livro nos apresenta a personagem João Pão, menino de rua chamado assim por achar que guardando um pedaço de pão embaixo da camiseta irá ter sorte. Com uma narrativa simples, o escritor Roberto Freire conseguiu fazer uma obra excelente, onde situações típicas de violência e abuso são descritas sem “papas na língua”. As brincadeiras, as drogas, os estupros e a vida na rua desta criança e de seus companheiros são colocados para o leitor, que absorve o terror, o absurdo e a experiência de vida deles, descritos com honestidade e muita poesia, apesar de tudo .

Vida de artista (CD)

Primeiro CD de Roberto Freire, com poesias de sua autoria, mas também poesias de Léo Ferré e Arthur Rimbaud, todas musicadas por Pedro e Paulo Freire. Conta com as participações de Adriano Busko, Ana Salvagni, Benjamin Taubkin, Bocato, Bruno Rossi, Chico César, Cláudio Celso, Dalga Larrondo, Danilo Moraes, Douglas Alonso, Esdras Rodrigues, Fábio Tagliaferri, Felipe Pinheiro, Homero Lolito, Jô de Souza, Ju Audrá, Léa Freire, Mane Silveira, Mário Manga, Mônica Salmaso, Ná Ozzeti, Rogério Rochlitz, Skowa, Swami Júnior, Toninho Ferragutti, Vítor Alcântara, Wandi Doratiotto, Zé Esmerindo, Zé Márcio Zema.

tratore

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